Bia on
Eu não tinha o que falar, nem em meu pior momento eu estava recebendo apoio, e aquilo me doía muito.
Eu não falei nada, apenas agradeci aos céus novamente por não ser demitida.
-vou precisar ficar internada? Perguntei a Luan.
-Não, você já vai ser liberada...
Logo o médico veio e me deu as novas receitas, que eu já sabia, ia pesar no meu bolso.
-Vou te aplicar a primeira injeção, e, o sr pode me observar pra ver e aprender como vai fazer, falou com Luan e ele assentiu com a cabeça.
Levantei a blusa, já que era aplicada na barriga e fechei os olhos com força, odiava agulhas mais que tudo.
-pronto garota, falou depois de aplicar, você está dispensada, e, provavelmente se sentirá assim novamente, mas, você já sabe do que se trata, não vai adiantar muito você voltar, fique bem menina, aproveite sua vida.
Falou e foi embora.
-vem, eu te ajudar a levantar, você ainda esta fraca, falou me dando um apoio.
Luan me deixou em casa e fui direto pra cama, com uma unica certeza, eu o amaria até meu ultimo suspiro.
sexta-feira, 29 de julho de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Não terei pena
Luan on
Não tive como negar um abraço a Bia diante do que tinhamos acabado de ouvir do médico, confesso que me deu um bolo na garganta e uma vontade de chorar, eu não gostava nem um pouco dela, mas, saber que ela morreria tão jovem e de uma forma tão dolorosa me deu pena.
-Luan, ao menos hoje, me abraçe? Eu preciso muito disso, pediu soluçando.
-calma, bia, fica calma, vai ficar tudo bem, eu tentava, mas nunca soube consolar ninguem.
- Não vai ficar tudo bem Luan, você não ouviu? Eu estou morrendo aos poucos, eu vou morrer da forma mais dolorosa que existe, e, o pior de tudo, eu vou morrer sozinha, falou desabando a chorar novamente.
-você vai continuar em São Paulo assim?
-claro, eu não tenho pra onde ir e preciso trabalhar enquanto eu consigo, preciso pagar meus remédios...
-você não vai conseguir trabalhar, eu não vou poder te manter assim no escritório...
-vai me demitir?
-Eu sinto muito bia, você não vai conseguir trabalhar nesse estado.
-pelo amor de Deus, não faz isso, eu faço qualquer coisa, mas não me manda embora, por favor, Luan você não entende...
-então me explica.
- Eu não tenho pra onde ir, e não vou conseguir outro trabalho estando assim, se você me mandar embora, eu vou morrer de fome, eu não vou ter como me medicar Luan, não faz isso por favor.
-tudo bem, você fica na empresa, mas, é só isso que posso fazer, e, te ajudarei com as injeções, mas, eu quero que você trabalhe, faça por merecer seu emprego ou não terei pena.
Não tive como negar um abraço a Bia diante do que tinhamos acabado de ouvir do médico, confesso que me deu um bolo na garganta e uma vontade de chorar, eu não gostava nem um pouco dela, mas, saber que ela morreria tão jovem e de uma forma tão dolorosa me deu pena.
-Luan, ao menos hoje, me abraçe? Eu preciso muito disso, pediu soluçando.
-calma, bia, fica calma, vai ficar tudo bem, eu tentava, mas nunca soube consolar ninguem.
- Não vai ficar tudo bem Luan, você não ouviu? Eu estou morrendo aos poucos, eu vou morrer da forma mais dolorosa que existe, e, o pior de tudo, eu vou morrer sozinha, falou desabando a chorar novamente.
-você vai continuar em São Paulo assim?
-claro, eu não tenho pra onde ir e preciso trabalhar enquanto eu consigo, preciso pagar meus remédios...
-você não vai conseguir trabalhar, eu não vou poder te manter assim no escritório...
-vai me demitir?
-Eu sinto muito bia, você não vai conseguir trabalhar nesse estado.
-pelo amor de Deus, não faz isso, eu faço qualquer coisa, mas não me manda embora, por favor, Luan você não entende...
-então me explica.
- Eu não tenho pra onde ir, e não vou conseguir outro trabalho estando assim, se você me mandar embora, eu vou morrer de fome, eu não vou ter como me medicar Luan, não faz isso por favor.
-tudo bem, você fica na empresa, mas, é só isso que posso fazer, e, te ajudarei com as injeções, mas, eu quero que você trabalhe, faça por merecer seu emprego ou não terei pena.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Me dê um abraço
Bia on
Se eu já estava nervosa, fiquei ainda mais com a fala do médico, olhei pro lado, e Luan me encarava estatico.
-por favor doutor, me diz, o que eu tenho?
-moça, pra mim, que sou médico, é muito triste dar essa noticia pra uma garota tão jovem, mas, você precisa ser forte e precisa de todo o apoio possivel, você é o namorado dela? Perguntou pro Luan.
-Eu não, ela não tem ninguem por ela, por isso a acompanhei, eu sou o patrão dela.
- Então Bianca, como já sabe, você é portadora de uma anomalia em suas celulas cerebrais, o que ocasiona essa disfunção motora, mas, os exames, mostram que as suas celulas doentes estão se multiplicando muito rapido.
-o que isso quer dizer? Perguntei com os olhos marejados.
- serei direto, sua situação só tende a piorar muito rapidamente, você aos poucos perderá seus movimentos, a fala, até enfim atingir o coração, eu sinto muito, o melhor agora é ter alguem ao seu lado pra te ajudar, você vai precisar tomar uma injeção todos os dias pra diminuir os sintomas e as dores, tem alguem que possa fazer isso pra você?
-Não, falei já segurando as lágrimas.
-isso eu faço, Luan se pronunciou.
-ok, te explicarei o procedimento.
-dr, me diz, eu vou mesmo morrer, sem andar, falar? Não ha nada que possa fazer?
-você pode ser operada no japão, é um experimento novo e incerto, mas você pode sim arriscar, mas, tem um porem, não há nenhuma garantia e o valor é muito alto.
-Alto quanto? Eu quero viver, darei um jeito.
-6 milhões fora o custo da viajem, eu sinto muito, falou saindo do quarto e não aguentei, caí num choro desesperado, eu não tinha como conseguir esse dinheiro, e, assim como meu pai me disse, meu fim seria triste, doloroso e eu sabia, morreria sozinha e sem um pingo de cuidado.
-Luan, ao menos hoje, me abraçe? Eu preciso muito disso, pedi aos soluços .
Se eu já estava nervosa, fiquei ainda mais com a fala do médico, olhei pro lado, e Luan me encarava estatico.
-por favor doutor, me diz, o que eu tenho?
-moça, pra mim, que sou médico, é muito triste dar essa noticia pra uma garota tão jovem, mas, você precisa ser forte e precisa de todo o apoio possivel, você é o namorado dela? Perguntou pro Luan.
-Eu não, ela não tem ninguem por ela, por isso a acompanhei, eu sou o patrão dela.
- Então Bianca, como já sabe, você é portadora de uma anomalia em suas celulas cerebrais, o que ocasiona essa disfunção motora, mas, os exames, mostram que as suas celulas doentes estão se multiplicando muito rapido.
-o que isso quer dizer? Perguntei com os olhos marejados.
- serei direto, sua situação só tende a piorar muito rapidamente, você aos poucos perderá seus movimentos, a fala, até enfim atingir o coração, eu sinto muito, o melhor agora é ter alguem ao seu lado pra te ajudar, você vai precisar tomar uma injeção todos os dias pra diminuir os sintomas e as dores, tem alguem que possa fazer isso pra você?
-Não, falei já segurando as lágrimas.
-isso eu faço, Luan se pronunciou.
-ok, te explicarei o procedimento.
-dr, me diz, eu vou mesmo morrer, sem andar, falar? Não ha nada que possa fazer?
-você pode ser operada no japão, é um experimento novo e incerto, mas você pode sim arriscar, mas, tem um porem, não há nenhuma garantia e o valor é muito alto.
-Alto quanto? Eu quero viver, darei um jeito.
-6 milhões fora o custo da viajem, eu sinto muito, falou saindo do quarto e não aguentei, caí num choro desesperado, eu não tinha como conseguir esse dinheiro, e, assim como meu pai me disse, meu fim seria triste, doloroso e eu sabia, morreria sozinha e sem um pingo de cuidado.
-Luan, ao menos hoje, me abraçe? Eu preciso muito disso, pedi aos soluços .
Más noticias
Bia on
Com as palavras que ouvi de luan só consegui chorar mais e mais, eu me sentia o pior dos lixos por saber que eu realmente não servia pra nada, sequer prazer ele sentiu ao me fazer mulher.
Eu chorava muito, até sentir minha cabeça doer, então, não senti mais nada.
Minhas pernas não se moviam, meus braços não faziam qualquer movimento, minha cabeça doia e eu tive que me esforçar pra pedir ajuda.
-SOCORRO, LUAN, ME AJUDAAAA
gritei e ele veio correndo junto com Roberval que tinha acabado de chegar.
-Bianca, que gritaria é essa? O que está acontecendo?
-Minha cabeça dói muito, eu não consigo me mexer, me ajuda por favor, tá doendo demais.
- consegue se levantar bia? Perguntou Roberval.
- É o mesmo que aquele dia, vai passar, tente se mexer.
Tentei me levantar e minha cabeça doeu tanto que não vi mais nada.
Acordei com uma luz forte e percebi que estava numa cama de hospital, olhei e vi Luan ao meu lado.
-o que aconteceu?
- Você desmaiou, fizeram alguns exames em você.
- O que eu tenho? Perguntei assustada.
- Sinto muito moça, as noticias não são nada boas, o médico disse entrando no quarto.
Com as palavras que ouvi de luan só consegui chorar mais e mais, eu me sentia o pior dos lixos por saber que eu realmente não servia pra nada, sequer prazer ele sentiu ao me fazer mulher.
Eu chorava muito, até sentir minha cabeça doer, então, não senti mais nada.
Minhas pernas não se moviam, meus braços não faziam qualquer movimento, minha cabeça doia e eu tive que me esforçar pra pedir ajuda.
-SOCORRO, LUAN, ME AJUDAAAA
gritei e ele veio correndo junto com Roberval que tinha acabado de chegar.
-Bianca, que gritaria é essa? O que está acontecendo?
-Minha cabeça dói muito, eu não consigo me mexer, me ajuda por favor, tá doendo demais.
- consegue se levantar bia? Perguntou Roberval.
- É o mesmo que aquele dia, vai passar, tente se mexer.
Tentei me levantar e minha cabeça doeu tanto que não vi mais nada.
Acordei com uma luz forte e percebi que estava numa cama de hospital, olhei e vi Luan ao meu lado.
-o que aconteceu?
- Você desmaiou, fizeram alguns exames em você.
- O que eu tenho? Perguntei assustada.
- Sinto muito moça, as noticias não são nada boas, o médico disse entrando no quarto.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Isso não vai se repetir
Luan on
Fui para o escritório pela manhã me sentindo mal pelo que eu tinha feito, e, minha conciencia pesou ainda mais quando Bianca chegou.
Ela parecia não ter dormido, tinha o rosto vermelho e grande de chorar, mancava mais que o normal e quando me viu, apenas disse oi e correu para o banheiro onde a ouvi chorar muito.
Depois de alguns minutos, ela voltou, foi pra sua mesa calada, e fez uma cara de dor quando se sentou, o que me lembrou os lençois manchados com seu sangue na noite passada, meu Deus, como eu tive coragem?
- Bia, preciso falar com você.
-Diga sr Luan, falou baixo secando as lágrimas que comecavam a cair.
-Não chore, isso é irritante e desnecessario, eu fui errado em ter feito aquilo ontem, não foi intencional machucar você.
-você tem razão, a culpa não é sua se eu era virgem, mas, não se preocupa, eu não vou dizer a ninguem o que você me fez, ao contrario de você, eu te amo.
-Amor é tudo o que você nunca vai receber de ninguem, se acostume com isso, essa é sua sina, agora, faça seu trabalho sem choradeira e esqueça o que aconteceu ontem, você alem de tudo é ruim de cama, então, isso não tem chance de se repetir.
Cuspi as palavras e fui pra cozinha, eu jamais pediria desculpas a uma simples funcionaria.
Fui para o escritório pela manhã me sentindo mal pelo que eu tinha feito, e, minha conciencia pesou ainda mais quando Bianca chegou.
Ela parecia não ter dormido, tinha o rosto vermelho e grande de chorar, mancava mais que o normal e quando me viu, apenas disse oi e correu para o banheiro onde a ouvi chorar muito.
Depois de alguns minutos, ela voltou, foi pra sua mesa calada, e fez uma cara de dor quando se sentou, o que me lembrou os lençois manchados com seu sangue na noite passada, meu Deus, como eu tive coragem?
- Bia, preciso falar com você.
-Diga sr Luan, falou baixo secando as lágrimas que comecavam a cair.
-Não chore, isso é irritante e desnecessario, eu fui errado em ter feito aquilo ontem, não foi intencional machucar você.
-você tem razão, a culpa não é sua se eu era virgem, mas, não se preocupa, eu não vou dizer a ninguem o que você me fez, ao contrario de você, eu te amo.
-Amor é tudo o que você nunca vai receber de ninguem, se acostume com isso, essa é sua sina, agora, faça seu trabalho sem choradeira e esqueça o que aconteceu ontem, você alem de tudo é ruim de cama, então, isso não tem chance de se repetir.
Cuspi as palavras e fui pra cozinha, eu jamais pediria desculpas a uma simples funcionaria.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Conciência pesada...
Luan on
Depois que mandei Bianca ir embora e ela saiu pela porta, minha conciencia pesou um pouco, a cama em que eu estava com ela a minutos, tinha muito sangue nos lençois, ela saiu atordoada, chorando, mancando como nunca, e eu sabia que poderia ser perigoso.
-merda, o que eu fui fazer? Caralho, eu nunca fui assim, o que eu fiz com ela foi covarde.
Não tinha mais cabeça pra ficar ali, apenas me vesti e fui embora pra minha casa, se meus pais sonhassem que tirei a virgindade dela a força, seriam capazes de me botar pra fora, e pela minha atitude, era até merecido.
Bia on
Eu andava devagar, não podia me dar ao luxo de pagar um taxi por que meu dinheiro mal dava para os meus remédios, aquela rua deserta me causava medo, mas nada se comparava a dor que eu sentia por dentro e por fora.
Eu não conseguia acreditar no que ele tinha me feito, sempre fui muito romântica, sempre sonhei com minha primeira vez, e, jamais me passou pela cabeça que eu seria praticamente estuprada pelo menino que eu amava.
Cheguei em casa e me joguei na cama, chorei como nunca, eu não tinha pra onde correr, com quem conversar e nem qualquer tipo de apoio, tudo que eu menos queria era ter que trabalhar e ver ele amanhã, mas, eu não tinha opção, ele fora um anjo por não me demitir, wju precisava daquele emprego, e, teria que respeita-lo e trata-lo bem apesar de tudo que ele me fez.
Nem sequer preguei o olho, e, quando me levantei, tive vontade de voltar pra cama, meu corpo inteiro doía e meu rosto estava inchado de tanto choro, peguei uma roupa qualquer e segui pro escritório onde ele já estava, quando o vi, não consegui, joguei minha bolsa num canto e corri pro banheiro chorando de novo, meu Deus, eu não conseguia olhar pra ele sem me lembrar do que ele fez.
Depois que mandei Bianca ir embora e ela saiu pela porta, minha conciencia pesou um pouco, a cama em que eu estava com ela a minutos, tinha muito sangue nos lençois, ela saiu atordoada, chorando, mancando como nunca, e eu sabia que poderia ser perigoso.
-merda, o que eu fui fazer? Caralho, eu nunca fui assim, o que eu fiz com ela foi covarde.
Não tinha mais cabeça pra ficar ali, apenas me vesti e fui embora pra minha casa, se meus pais sonhassem que tirei a virgindade dela a força, seriam capazes de me botar pra fora, e pela minha atitude, era até merecido.
Bia on
Eu andava devagar, não podia me dar ao luxo de pagar um taxi por que meu dinheiro mal dava para os meus remédios, aquela rua deserta me causava medo, mas nada se comparava a dor que eu sentia por dentro e por fora.
Eu não conseguia acreditar no que ele tinha me feito, sempre fui muito romântica, sempre sonhei com minha primeira vez, e, jamais me passou pela cabeça que eu seria praticamente estuprada pelo menino que eu amava.
Cheguei em casa e me joguei na cama, chorei como nunca, eu não tinha pra onde correr, com quem conversar e nem qualquer tipo de apoio, tudo que eu menos queria era ter que trabalhar e ver ele amanhã, mas, eu não tinha opção, ele fora um anjo por não me demitir, wju precisava daquele emprego, e, teria que respeita-lo e trata-lo bem apesar de tudo que ele me fez.
Nem sequer preguei o olho, e, quando me levantei, tive vontade de voltar pra cama, meu corpo inteiro doía e meu rosto estava inchado de tanto choro, peguei uma roupa qualquer e segui pro escritório onde ele já estava, quando o vi, não consegui, joguei minha bolsa num canto e corri pro banheiro chorando de novo, meu Deus, eu não conseguia olhar pra ele sem me lembrar do que ele fez.
terça-feira, 12 de julho de 2016
A culpa não é minha...
Bia on
Eu fiquei quieta, me deixei ser usada por ele da forma que ele quis, mas ele parecia não se contentar.
-vira Bia, vamos tentar outra coisa...
Me assustei mais ainda com aquilo, não, ele não podia me obrigar a isso.
-Não, eu não vou me virar, eu não quero mais,você me machucou.
-para de frescura e se vira logo, eu sei que você gosta disso, falou e me puxou me fazendo ficar de bruço como ele havia dito.
-para com isso, pedi com medo do que viria a seguir.
-Relaxa, vai doer muito, mas logo passa tortinha, falou sefgurando com força minha cintura e penetrando com tudo em meu anûs, dessa vez, nem tive forças pra gritar, apenas deixei que meu corpo caísse pra frente enquanto eu chorava dando a ele prazer.
Depois do que pareceu ser uma eternidade, senti seu jato forte dentro de mim e ele ficou mole, caindo de lado na cama.
Sem forças pra nada, me deitei ao seu lado enquanto sentia as lágrimas grossas e salgadas escorrerem por meu rosto.
-Não é preciso tanto choro Bia, eu sei que queria dormir comigo, sei que me ama, eu te dei um belo presente de aniversario não é princesa?
- Eu confiei em você, eu acreditei nas suas palavras, e olha o que você me fez, falei chorando, toda garota sonha com sua primeira vez, e você deatruíu a minha, você é mais sem coração do que pensei, eu queria saber te odiar Luan.
-Bia, me perdoa, eu, eu pensei que você quisesse, eu não queria ter te forçado a nada, falou me olhando assustado.
-Eu te pedi pra parar, disse que estava doendo, que você estava me machucando e você não ligou, você nunca se importa com ninguem não é? Você é pior que pensei.
-EU NÃO QUIS TE MACHUCAR CARALHO, EU JÁ DISSE.
-MAS MACHUCOU, EU TE MANDEI PARAR, VOCÊ TIROU MINHA VIRGINDADE DA PIOR FORMA POSSIVEL.
-NÃO É MINHA CULPA SE VOCÊ ERA VIRGEM, NÃO É MINHA CULPA SE NINGUEM ALEM DE MIM, FOI LOUCO O SUFICIENTE PRA TE LEVAR PRA CAMA, NÃO É MINHA CULPA SE VOCÊ É UMA INUTIL QUE NEM PRAZER A UM HOMEM VOCÊ FOI CAPAZ DE DAR.
-Levantei minha mão pra lhe dar um tapa na cara, mas ele a segurou, a abaixei no mesmo instante percebendo a besteira que eu faria, e novamente caí no choro.
- É melhor você ir embora Bia, antes que eu faça uma besteira.
Peguei meu vestido e depois de vesti-lo fui embora, a rua escura e fria, era o reflexo de tudo que eu sentia naquele momento, uma pessoa vazia e totalmente desprezivel.
Eu fiquei quieta, me deixei ser usada por ele da forma que ele quis, mas ele parecia não se contentar.
-vira Bia, vamos tentar outra coisa...
Me assustei mais ainda com aquilo, não, ele não podia me obrigar a isso.
-Não, eu não vou me virar, eu não quero mais,você me machucou.
-para de frescura e se vira logo, eu sei que você gosta disso, falou e me puxou me fazendo ficar de bruço como ele havia dito.
-para com isso, pedi com medo do que viria a seguir.
-Relaxa, vai doer muito, mas logo passa tortinha, falou sefgurando com força minha cintura e penetrando com tudo em meu anûs, dessa vez, nem tive forças pra gritar, apenas deixei que meu corpo caísse pra frente enquanto eu chorava dando a ele prazer.
Depois do que pareceu ser uma eternidade, senti seu jato forte dentro de mim e ele ficou mole, caindo de lado na cama.
Sem forças pra nada, me deitei ao seu lado enquanto sentia as lágrimas grossas e salgadas escorrerem por meu rosto.
-Não é preciso tanto choro Bia, eu sei que queria dormir comigo, sei que me ama, eu te dei um belo presente de aniversario não é princesa?
- Eu confiei em você, eu acreditei nas suas palavras, e olha o que você me fez, falei chorando, toda garota sonha com sua primeira vez, e você deatruíu a minha, você é mais sem coração do que pensei, eu queria saber te odiar Luan.
-Bia, me perdoa, eu, eu pensei que você quisesse, eu não queria ter te forçado a nada, falou me olhando assustado.
-Eu te pedi pra parar, disse que estava doendo, que você estava me machucando e você não ligou, você nunca se importa com ninguem não é? Você é pior que pensei.
-EU NÃO QUIS TE MACHUCAR CARALHO, EU JÁ DISSE.
-MAS MACHUCOU, EU TE MANDEI PARAR, VOCÊ TIROU MINHA VIRGINDADE DA PIOR FORMA POSSIVEL.
-NÃO É MINHA CULPA SE VOCÊ ERA VIRGEM, NÃO É MINHA CULPA SE NINGUEM ALEM DE MIM, FOI LOUCO O SUFICIENTE PRA TE LEVAR PRA CAMA, NÃO É MINHA CULPA SE VOCÊ É UMA INUTIL QUE NEM PRAZER A UM HOMEM VOCÊ FOI CAPAZ DE DAR.
-Levantei minha mão pra lhe dar um tapa na cara, mas ele a segurou, a abaixei no mesmo instante percebendo a besteira que eu faria, e novamente caí no choro.
- É melhor você ir embora Bia, antes que eu faça uma besteira.
Peguei meu vestido e depois de vesti-lo fui embora, a rua escura e fria, era o reflexo de tudo que eu sentia naquele momento, uma pessoa vazia e totalmente desprezivel.
domingo, 10 de julho de 2016
Enganada
Bia on
Eu tinha prometido a mim mesma quando sai de casa, que essa seria uma noite diferente, eu não esperava encontrá-lo ali, mas, ele estava me tratando tão bem, sendo tão carinhoso comigo, que não consegui negar quando ele me chamou pra ir com ele.
Estava nervosa, confesso, mas, ele tinha prometido que não faria nada que eu não quisesse, e, desde que o conheci, mesmo ele me odiando, eu me apaixonei por ele e hoje, o que eu mais queria era que ele me cuidasse.
-Com medo de mim Bianca? Perguntou sorrindo , ele tocou minha mão e ela estava gelada.
-não, apenas nervosa, aonde está me levando? Perguntei quando ele parou o carro.
- não tá vendo princesa? Vem comigo, falou e quando percebi, entrávamos em um grande Motel
-Luan, eu não quero.
-Qual é bia, confia em mim, vai dar pra trás agora? Não seja covarde, eu prometo que você vai gostar, falou me guiando ao quarto luxuoso e já arrancava meu vestido.
-não é assim Luan, eu não quero isso, falei mas ele parecia não me ouvir, arrancou meu soutean e apertava forte meus seios.
-eu estou com medo, confessei assustada.
- Relaxa, confia em mim, você também quer isso não quer? Falou já nú arrancando minha última peça.
-Eu sou virgem
-Então é esse o problema? Então problema resolvido, falou e penetrou em mim com toda a força me fazendo soltar um berro de dor, tentei me soltar, mas não tenho força nenhuma e ele me segurava, eu gritava pedindo pra que ele parasse, mas ele ia com cada vez mais força, eu já não tinha mais lágrimas pra chorar.
-PARA, PELO AMOR DE DEUS, ESTA ME MACHUCANDO,ISSO DÓI MUITO LUAN, PARA POR FAVOR.
-Para de gritar meu bem, essa dorzinha logo passa, eu sei que está gostando marquinha, esse era seu sonho.
Não falei mais nada, apenas chorei enquanto ele me usava, jamais senti tanta dir, mas, eu via em seus olhos o quanto ele estava satisfeito e aquilo me bastava.
-vira Bia, vamos tentar outra coisa...
Eu tinha prometido a mim mesma quando sai de casa, que essa seria uma noite diferente, eu não esperava encontrá-lo ali, mas, ele estava me tratando tão bem, sendo tão carinhoso comigo, que não consegui negar quando ele me chamou pra ir com ele.
Estava nervosa, confesso, mas, ele tinha prometido que não faria nada que eu não quisesse, e, desde que o conheci, mesmo ele me odiando, eu me apaixonei por ele e hoje, o que eu mais queria era que ele me cuidasse.
-Com medo de mim Bianca? Perguntou sorrindo , ele tocou minha mão e ela estava gelada.
-não, apenas nervosa, aonde está me levando? Perguntei quando ele parou o carro.
- não tá vendo princesa? Vem comigo, falou e quando percebi, entrávamos em um grande Motel
-Luan, eu não quero.
-Qual é bia, confia em mim, vai dar pra trás agora? Não seja covarde, eu prometo que você vai gostar, falou me guiando ao quarto luxuoso e já arrancava meu vestido.
-não é assim Luan, eu não quero isso, falei mas ele parecia não me ouvir, arrancou meu soutean e apertava forte meus seios.
-eu estou com medo, confessei assustada.
- Relaxa, confia em mim, você também quer isso não quer? Falou já nú arrancando minha última peça.
-Eu sou virgem
-Então é esse o problema? Então problema resolvido, falou e penetrou em mim com toda a força me fazendo soltar um berro de dor, tentei me soltar, mas não tenho força nenhuma e ele me segurava, eu gritava pedindo pra que ele parasse, mas ele ia com cada vez mais força, eu já não tinha mais lágrimas pra chorar.
-PARA, PELO AMOR DE DEUS, ESTA ME MACHUCANDO,ISSO DÓI MUITO LUAN, PARA POR FAVOR.
-Para de gritar meu bem, essa dorzinha logo passa, eu sei que está gostando marquinha, esse era seu sonho.
Não falei mais nada, apenas chorei enquanto ele me usava, jamais senti tanta dir, mas, eu via em seus olhos o quanto ele estava satisfeito e aquilo me bastava.
-vira Bia, vamos tentar outra coisa...
Falsa promessa
Luan on
Percebi que ela realmente ficou mexida com o beijo e quis me aproveitar um pouco, afinal, até que ela estava gostosinha , não me custava muito ter uma noite de prazer, já que até agora não encontrei ninguém melhor.
-Luan, isso tá errado...
-Não tem nada de errado em curtir um pouco princesa, você é livre e eu também, relaxa e curte comigo essa noite, falei e ela sorriu, adoro seus lábios novamente, e ela cedeu ao beijo, o tornando delicioso.
Pra que ela ficasse um pouco mais relaxada, ofereci a ela mais uma bebida, nada que a fizesse ficar bêbada, apenas mais relaxada, o que funcionou, pois ficamos o show inteiro.
-O que acha de terminarmos a noite em outro lugar? Perguntei perguntei em sei ouvido e vi ela se arrepiar.
- Não Luan, eu não posso.
-Relaxa um pouquinho Bia, confia em mim, você não vai se arrepender...
-Eu não sei...
- vem comigo boneca, eu prometo que não vou fazer nada que não queira, falei com os dedos cruzados e a certeza que eu faria com ela essa noite, tudo o que eu quisesse.
Percebi que ela realmente ficou mexida com o beijo e quis me aproveitar um pouco, afinal, até que ela estava gostosinha , não me custava muito ter uma noite de prazer, já que até agora não encontrei ninguém melhor.
-Luan, isso tá errado...
-Não tem nada de errado em curtir um pouco princesa, você é livre e eu também, relaxa e curte comigo essa noite, falei e ela sorriu, adoro seus lábios novamente, e ela cedeu ao beijo, o tornando delicioso.
Pra que ela ficasse um pouco mais relaxada, ofereci a ela mais uma bebida, nada que a fizesse ficar bêbada, apenas mais relaxada, o que funcionou, pois ficamos o show inteiro.
-O que acha de terminarmos a noite em outro lugar? Perguntei perguntei em sei ouvido e vi ela se arrepiar.
- Não Luan, eu não posso.
-Relaxa um pouquinho Bia, confia em mim, você não vai se arrepender...
-Eu não sei...
- vem comigo boneca, eu prometo que não vou fazer nada que não queira, falei com os dedos cruzados e a certeza que eu faria com ela essa noite, tudo o que eu quisesse.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
o beijo
Bia on
Fui pra casa, me
vesti com o que eu tinha comprado, calcei um a sandália que tinha um salto
apropriado e que eu conseguia usar sem dificuldades, retoquei minha maquiagem e
me olhei no espelho, eu estava
diferente, me sentia muito mais bonita.
Peguei minha carteira de mão com o ingresso, chamei um taxi,
e fui pra onde seria o show.
Estava lotado, eu tinha comprado camarote, pois, como tinha
muita gente na pista, eu corria o risco de alguém esbarrar em mim e eu me
estabacar no chão, isso era o que eu menos queria.
Segui para o camarote, e, depois de mais de uma hora, o show finalmente começou,
eu estava feliz, pela primeira vez, me sentia um pouquinho normal.
As pessoas ao meu redor cantavam alto, algumas bebiam, e, eu
resolvi ir até o bar também, eu voltaria de taxi, então não tinha problemas.
-Por favor, uma ice, pedi ao bar man ali.
Ele me entregou a bebida, e, assim que fui pagar, fui pega
de surpresa.
- Pode deixar que eu pago, me virei pra ver quem era, e dei
de cara com meu querido chefe, parado bem do meu lado com um sorriso sarcástico
no rosto.
-Luan, você por aqui?
-Te pergunto o mesmo Bianca, o que faz aqui? Perguntou baixo
próximo a mim.
- Vim fazer o mesmo que você, me divertir um pouco, afinal,
apesar de tudo, ainda é o meu aniversário
Sr Luan...
-Aqui não sou seu chefe, não tem que me chamar de senhor,
se está aqui, vamos curtir um pouco,
disse puxando minha mão em direção ao canto do camarote.
-Acho que não é uma boa ideia...
-Deixa disso Bianca, curte um pouco, somos amigos não somos?
Tive vontade de falar com ele que ele não era meu amigo, que
ele nunca gostou de mim, mas me mantive calada, tentando entender o que estava
acontecendo pra ele estar me tratando bem.
-Você está diferente Bianca, cortou os cabelos, está mais
arrumada, está linda...
-Obrigada, falei corada.
-essa você vai dançar comigo, falou assim que a musica
começou a tocar, me puxando pela cintura e me guiando com os passos...
Será que alguém explica a nossa relação
Um caso indefinido, mas rola paixão
Adoro esse perigo,
mexe demais comigo
Mas não te tenho em minhas mãos
Se você quiser
Podemos ser um caso indefinido ou nada mais
Apenas bons amigos, namorar, casar ter filhos
Passar a vida inteira juntos
E vai saber se um dia seremos nós
Nenhum beijo, para calar nossa voz
Um minuto, uma hora, não importa o tempo
Se estamos sós
Se você quiser
A gente casa ou namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é que você me queira
Se você quiser
A gente casa ou namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é
que você me queira
Por um momento ou pra vida inteira
E vai saber se um dia seremos nós
Nenhum beijo, para calar nossa voz
Um minuto, uma hora, não importa o tempo
Se estamos sós
Se você quiser
A gente casa ou namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é que você me queira
Se você quiser
A gente casa ou namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é que você me queira
Se você quiser
A gente casa ou
namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é que você me queira
Se você quiser
A gente casa ou namora
A gente fica ou enrola
O que eu mais quero é que você me queira
Por um momento ou pra vida
inteira...
Ao fim da musica, fui me soltar de
seus braços, mas fui surpreendida quando ele me puxou pra um beijo.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Ato de loucura
Bia on
São do escritório e fui pra casa, eu não sabia o que estava me acontecendo, só sabia que não era bom.
Minha cabeça estava a mil , querendo ou não, hoje era um dia especial e e eu ainda esperava algo diferente.
Mais uma vez, as únicas cartas que chegaram pra mim, eram de contas e cobranças, nem uma carta dos meus pais, nem uma flor, nada.
Por um momento, quis fazer diferente, dentro de mim, algo me alertava que eu tinha que me divertir enquanto eu ainda tinha tempo pra isso.
Olhei no relógio, ainda era cedo, então, pela primeira vez, decidi me aventurar um pouco.
Eu não tinha muito dinheiro, mas, como hoje era um dia "de festa" resolvi ir ao shoping .
Lá, fiz mais um ato de loucura, comprei um ingresso para o Show do Felipe Araújo que teria hoje a noite, comprei um vestido justo, arrumei minhas unhas, cabelo e maquiagem, e sai dali me sentindo outra pessoa, e prometendo a mim mesma que essa noite seria diferente.
São do escritório e fui pra casa, eu não sabia o que estava me acontecendo, só sabia que não era bom.
Minha cabeça estava a mil , querendo ou não, hoje era um dia especial e e eu ainda esperava algo diferente.
Mais uma vez, as únicas cartas que chegaram pra mim, eram de contas e cobranças, nem uma carta dos meus pais, nem uma flor, nada.
Por um momento, quis fazer diferente, dentro de mim, algo me alertava que eu tinha que me divertir enquanto eu ainda tinha tempo pra isso.
Olhei no relógio, ainda era cedo, então, pela primeira vez, decidi me aventurar um pouco.
Eu não tinha muito dinheiro, mas, como hoje era um dia "de festa" resolvi ir ao shoping .
Lá, fiz mais um ato de loucura, comprei um ingresso para o Show do Felipe Araújo que teria hoje a noite, comprei um vestido justo, arrumei minhas unhas, cabelo e maquiagem, e sai dali me sentindo outra pessoa, e prometendo a mim mesma que essa noite seria diferente.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Caridade?
Bia on
Luan me surpreendeu não me mandando embora, aquilo pra mim foi um alívio, eu não podia perder meu emprego.
Depois de nossa conversa, ele me deu o resto do dia de folga pelo meu aniversário e disse pra eu ir pra casa.
Fui me levantar pra ir embora e minhas duas pernas pararam no mesmo instante, eu não sentia nada da cintura pra baixo, apenas uma pressão um pouco incômoda, eu me forçava a me encher, mas as pernas não me obedeciam.
- Eu disse pra você ir embora Bia , vai logo...
ele falou e tentei me concentrar e me levantar, nada.
- meu Deus, eu , eu não consigo, falei e não segurei as lágrimas, não, eu não podia estar piorando
- Bianca, o que está acontecendo, eu já disse que você pode ir embora.
- Eu não consigo, me ajuda pelo amor de Deus, pedi em total desespero, e senti uma dor forte em minha cabeça quando me forcei a concentrar nas minhas pernas.
- AAAAI, Gritei com as mãos sobre a cabeça , e ia caindo pra frente da mesa, mas Luan me segurou me dando um apoio pra que eu não caísse.
- ei, Bia, se acalma, calma, me diz o que está acontecendo, tá sentindo alguma dor? Precisa de ambulância?
- Eu não consigo me mexer, nada abaixo da cintura, contei em desespero.
- Fica calma Bianca, está doendo?
Minha cabeça já não doía e eu não sentia mais a pressão, eu não sentia absolutamente nada.
- minha cabeça doeu, agora não doi mais, eu não sinto nada.
- isso já aconteceu alguma vez?
- Não, eu estou com medo Luan, desabei mesmo sabendo que ele não se importava.
- está voltando.
- O que está voltando? Perguntei confusa .
- suas pernas, olha aí, apontou, e, então consegui mexe-las.
- graças a Deus, suspirei aliviada.
- Você devia procurar um médico garota, isso pode ser sério.
- eu vou fazer isso, obrigada, me despedi e fui embora, chamei um táxi, pois tive medo de acontecer de novo e eu cair na rua.
Luan on
Bia teve uma de suas esquisitices na minha frente e se assustou, cheguei a ter pena dela, ela estava desesperada.
Ajudei ela e pode então reparar em suas pernas e seu rosto, ela não era nada dela, daria pra aproveitar um pouquinho, já que ela gostava de mim, não me custava fazer essa caridade...
Luan me surpreendeu não me mandando embora, aquilo pra mim foi um alívio, eu não podia perder meu emprego.
Depois de nossa conversa, ele me deu o resto do dia de folga pelo meu aniversário e disse pra eu ir pra casa.
Fui me levantar pra ir embora e minhas duas pernas pararam no mesmo instante, eu não sentia nada da cintura pra baixo, apenas uma pressão um pouco incômoda, eu me forçava a me encher, mas as pernas não me obedeciam.
- Eu disse pra você ir embora Bia , vai logo...
ele falou e tentei me concentrar e me levantar, nada.
- meu Deus, eu , eu não consigo, falei e não segurei as lágrimas, não, eu não podia estar piorando
- Bianca, o que está acontecendo, eu já disse que você pode ir embora.
- Eu não consigo, me ajuda pelo amor de Deus, pedi em total desespero, e senti uma dor forte em minha cabeça quando me forcei a concentrar nas minhas pernas.
- AAAAI, Gritei com as mãos sobre a cabeça , e ia caindo pra frente da mesa, mas Luan me segurou me dando um apoio pra que eu não caísse.
- ei, Bia, se acalma, calma, me diz o que está acontecendo, tá sentindo alguma dor? Precisa de ambulância?
- Eu não consigo me mexer, nada abaixo da cintura, contei em desespero.
- Fica calma Bianca, está doendo?
Minha cabeça já não doía e eu não sentia mais a pressão, eu não sentia absolutamente nada.
- minha cabeça doeu, agora não doi mais, eu não sinto nada.
- isso já aconteceu alguma vez?
- Não, eu estou com medo Luan, desabei mesmo sabendo que ele não se importava.
- está voltando.
- O que está voltando? Perguntei confusa .
- suas pernas, olha aí, apontou, e, então consegui mexe-las.
- graças a Deus, suspirei aliviada.
- Você devia procurar um médico garota, isso pode ser sério.
- eu vou fazer isso, obrigada, me despedi e fui embora, chamei um táxi, pois tive medo de acontecer de novo e eu cair na rua.
Luan on
Bia teve uma de suas esquisitices na minha frente e se assustou, cheguei a ter pena dela, ela estava desesperada.
Ajudei ela e pode então reparar em suas pernas e seu rosto, ela não era nada dela, daria pra aproveitar um pouquinho, já que ela gostava de mim, não me custava fazer essa caridade...
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Me ajuda...
Luan on
Antes de ir embora, Rober passou em minha sala de reunião pra despedir e conversamos um pouco.
- E aí Luan, o que você vai fazer a respeito da Bia?
- Não tá claro testa? Eu vou mandar auela idiota embora por justa causa, onde já se viu fazer merda e ainda vir falar comigo daquele jeito?
- Cara, pensa bem, eu fui lá na sala e ele tá péssima, a garota não fez por mal, vai mesmo demitir ela?
- Qual é Roberval, tá apaixonadinho pela manca?
- Você sabe que meu lance é com a Kariele e que a gente namora sério, não viaja, estou te dizendo, que dessa vez, você está errado Luan, a garota ama você e qualquer um vê isso.
- Eu nunca teria nada com alguém como ela.
- beleza, mas pensa bem no que vai fazer, se demitir ela, tu vai ferrar com a vida da garota, você mesmo disse que ela não tem ninguém, sé você visse o estado que ela tá lá dentro, ia perceber o que eu tô dizendo, ela tá desesperada por que sabe o que você quer fazer, a Kari já falou que o dinheiro que ela ganha aqui vai todo pro aluguel e pra remédio, se você demitir essa garota, ela tá ferrada cara, é aniversário dela, ela gosta de você, não age de cabeça quente...
Depois que ele saiu, pensei um pouco, ele tinha razão, a garota precisava de dinheiro, mas, eu ia ser um jeito de descobrir se ela realmente gostava de mim, e, se gostasse, eu poderia até aproveitar um pouco, afinal, eu sou homem né, não me custa nada fazer uma caridade...
Fui até onde ela estava e a mandei limpar a sujeira que ele tinha feito, quando ela voltou, a chamei pra conversar.
- Sr Luan, eu tenho que te pedir desculpa, eu não quis ser grossa, ago por impulso.
- O seu impulso pode te fazer perder o seu emprego.
- Por favor, não me manda embora, o que ganho aqui é meu único sustento, eu preciso desse dinheiro pra pagar minhas consultas...
- Eu sei disso, então, pense nisso antes de fazer o que fez, espero que essa seja a primeira e última vez que chsmo sua atenção por esse motivo, de valor a seu trabalho se não quiser ficar sem ele, Essa é sua última chance.
- muito, muito obrigada, falou emocionada e sorri, ela era estranha, mas era uma boa garota.
- Agora, pode ir embora, aproveite o resto do seu aniversário, e, deixa pra lá, pode ir embora.
Ela foi se levantar, mas, parou com uma expressão estranha no rosto e encarou o nada.
- Eu disse pra você ir embora Bia , vai logo...
- meu Deus, eu , eu não consigo, falou já chorando e me assustei.
- Bianca, o que está acontecendo, Eu já disse que você pode ir embora.
- Eu não consigo, me ajuda pelo amor de Deus, pediu em desespero.
Antes de ir embora, Rober passou em minha sala de reunião pra despedir e conversamos um pouco.
- E aí Luan, o que você vai fazer a respeito da Bia?
- Não tá claro testa? Eu vou mandar auela idiota embora por justa causa, onde já se viu fazer merda e ainda vir falar comigo daquele jeito?
- Cara, pensa bem, eu fui lá na sala e ele tá péssima, a garota não fez por mal, vai mesmo demitir ela?
- Qual é Roberval, tá apaixonadinho pela manca?
- Você sabe que meu lance é com a Kariele e que a gente namora sério, não viaja, estou te dizendo, que dessa vez, você está errado Luan, a garota ama você e qualquer um vê isso.
- Eu nunca teria nada com alguém como ela.
- beleza, mas pensa bem no que vai fazer, se demitir ela, tu vai ferrar com a vida da garota, você mesmo disse que ela não tem ninguém, sé você visse o estado que ela tá lá dentro, ia perceber o que eu tô dizendo, ela tá desesperada por que sabe o que você quer fazer, a Kari já falou que o dinheiro que ela ganha aqui vai todo pro aluguel e pra remédio, se você demitir essa garota, ela tá ferrada cara, é aniversário dela, ela gosta de você, não age de cabeça quente...
Depois que ele saiu, pensei um pouco, ele tinha razão, a garota precisava de dinheiro, mas, eu ia ser um jeito de descobrir se ela realmente gostava de mim, e, se gostasse, eu poderia até aproveitar um pouco, afinal, eu sou homem né, não me custa nada fazer uma caridade...
Fui até onde ela estava e a mandei limpar a sujeira que ele tinha feito, quando ela voltou, a chamei pra conversar.
- Sr Luan, eu tenho que te pedir desculpa, eu não quis ser grossa, ago por impulso.
- O seu impulso pode te fazer perder o seu emprego.
- Por favor, não me manda embora, o que ganho aqui é meu único sustento, eu preciso desse dinheiro pra pagar minhas consultas...
- Eu sei disso, então, pense nisso antes de fazer o que fez, espero que essa seja a primeira e última vez que chsmo sua atenção por esse motivo, de valor a seu trabalho se não quiser ficar sem ele, Essa é sua última chance.
- muito, muito obrigada, falou emocionada e sorri, ela era estranha, mas era uma boa garota.
- Agora, pode ir embora, aproveite o resto do seu aniversário, e, deixa pra lá, pode ir embora.
Ela foi se levantar, mas, parou com uma expressão estranha no rosto e encarou o nada.
- Eu disse pra você ir embora Bia , vai logo...
- meu Deus, eu , eu não consigo, falou já chorando e me assustei.
- Bianca, o que está acontecendo, Eu já disse que você pode ir embora.
- Eu não consigo, me ajuda pelo amor de Deus, pediu em desespero.
Conversa séria.
Roberval on
Sai da sala de reuniões indignado pela atitude do Luan, ele
não era assim com outras pessoas e a garota saiu da sala muito mal, ele
realmente tinha pisado na bola. Fui pra sala dele e a encontrei em sua mesa
lotada de papeis que eu sabia que era um trabalho que o Luan a mandou fazer.
-Posso entrar?
- Pode sim Sr Roberval, precisa de algo?
- Não, não preciso de nada, e não precisa me chamar d sr,
sou um funcionário assim como você...
- Tudo bem...
-não liga pro Luan
não Bia, ele tem esse jeitão duro mas no fundo é uma boa pessoa...
- Eu sei, não devia ter me exaltado com ele, eu fui a
errada...
-Deixa disso garota, você só
ficou nervosa...
- e esse nervosismo vai custar o meu emprego, eu preciso desse trabalho, sem ele não tenho como pagar meus remédios, eu não tenho mais ninguém por mim, falou e nesse
momento vi suas lagrimas escorrerem, o que me deu pena.
-Fica tranquila, garota, ele não
é uma pessoa tão ruim, falei, mesmo sabendo que eu poderia estar errado, Luan
quando não gostava de alguém conseguia ser cruel...
- Eu bem que gostaria de
acreditar nisso, mas ele só me prova o contrario, não se preocupe, eu vou dar
meu jeito, sempre dei...
-Você gosta muito dele não é?
-Ele é meu patrão.
-Não foi isso que eu perguntei,
te perguntei se gosta dele.
- Não seja indelicado, eu gosto
dele sim como meu patrão, apesar de tudo ele é uma ótima pessoa e só chegou
aonde está por que mereceu, e isso eu admiro muito nele...
-Você é realmente muito diferente
Bianca, fica bem e, há, tenha um feliz aniversario... Falei e sai da sala, não
entendo como ela ainda pode falar bem dele depois do que aconteceu om ela hoje.
Bia on
Depois que Roberval saiu da sala,
voltei a organizar as planilhas do Luan que estavam em minha mesa com o peito
apertado, meu Deus, como eu fui burra, eu não devia ter gritado com ele, eu não
devia ter falado aquilo, eu não devia ter saído da sala daquele jeito.
Fui me levantar pra beber uma
agua, mas, sem nenhum por quê, não senti minhas pernas, tentei mexer, e nada,
beliscava pra ver se sentia alguma dor, e nem sequer percebia meu oque, meu
Deus, não, isso não podia estar acontecendo, eu não podia piorar, não agora,
volta perna, volta, eu pedia a mim mesma
na tentativa de um simples movimento, que só veio minutos depois para o meu
alivio.
- Graças a deus, falei um pouco
alto, e, em seguida vi Luan entrar na sala de cara fechada, meu Deus, agora eu
estava na rua.
-Além de diferente ainda fala
sozinha Bianca, tá ficando louca?
-Eu apenas pensei alto Sr Luan,
um ato falho...
-Eu não quero saber, vá limpar
aquela bagunça que você fez e depois volte aqui pra conversar comigo,
precisamos ter uma conversa séria, não demora.
- Tudo bem, falei e fui limpar o que
ele mandou, talvez esse fosse meu ultimo serviço aqui, ele ia me mandar embora
e eu sabia disso.
sábado, 2 de julho de 2016
Falei sem pensar nas consequências...
Luan on
Perdi a cabeça e me estressei com Bia quando ela derramou todo o café, Roberval olhava pra ela com pena, mas me exaltei, aquela imbecil tinha me sujado e sujado a sala.
SUA IDIOTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ.
- Me, me desculpa, foi sem querer, gaguejou nervosa.
- Você não serve pra nada não é? Não faz nada que preste, é impossível aturar você...
- Por favor, para, pedi em meio ao choro, não me trata assim não hoje, não nesse dia que era pra ser um dia feliz pra mim... pediu baixo e estranhei, dia feliz?
- o que tem demais hoje tortinha?
- é o meu aniversario, onde mais uma vez você faz questão de me humilhar, eu sei que não gosta de mim mas eu não tenho culpa, eu não posso mudar, ela cuspiu as palavras e saiu pela porta toda desajeitada, ela ia limpar essa bagunça, a se ia...
- Poxa cara, pegou pesado, é aniversário da garota...
- Eu não tenho bola de cristal pra adivinhar,e ela fez merda.
- Você pisou na bola cara, eu vou atrás dela, ela saiu daqui muito mal...
- Qual é Roberval, tá querendo pegar a tortinha agora?
- Não, e não é de mim que ela gosta e você sabe disso...
- Eu não estou nem aí, aproveita e manda aquela retardada limpar a merda que ela fez aqui...
Roberval saiu bufando e eu fiquei pensando, não foi minha culpa, eu não sabia que era aniversário dela, e ela me irritava, eu não sabia o por que, mas ela tinha algo diferente.
Bia on
Eu sei da sala dele arrasada , mais uma vez ele me humilhou, mais uma vez meu aniversário estava sendo uma droga, mas, dessa vez eu acabei falando demais.
Não era pra eu ter respondido ele, não era pra ele saber por mim dessa data, não era pra eu ter perdido a cabeça com ele.
Agora, ele poderia me mandar embora, eu estava perdida, se ele me demitisse eu estaria totalmente ferrada, sem meu trabalho eu não teria dinheiro para meu tratamento e só Deus sabe o que poderia me acontecer.
Merda , merda, por que eu não me controlei? Agora eu ia ser mandada embora sem ter pra onde ir, eu não teria como pagar meu aluguel e meus remédios, e o que meu pai me disse quando fui embora de casa aconteceria, eu morreria a míngua...
Perdi a cabeça e me estressei com Bia quando ela derramou todo o café, Roberval olhava pra ela com pena, mas me exaltei, aquela imbecil tinha me sujado e sujado a sala.
SUA IDIOTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ.
- Me, me desculpa, foi sem querer, gaguejou nervosa.
- Você não serve pra nada não é? Não faz nada que preste, é impossível aturar você...
- Por favor, para, pedi em meio ao choro, não me trata assim não hoje, não nesse dia que era pra ser um dia feliz pra mim... pediu baixo e estranhei, dia feliz?
- o que tem demais hoje tortinha?
- é o meu aniversario, onde mais uma vez você faz questão de me humilhar, eu sei que não gosta de mim mas eu não tenho culpa, eu não posso mudar, ela cuspiu as palavras e saiu pela porta toda desajeitada, ela ia limpar essa bagunça, a se ia...
- Poxa cara, pegou pesado, é aniversário da garota...
- Eu não tenho bola de cristal pra adivinhar,e ela fez merda.
- Você pisou na bola cara, eu vou atrás dela, ela saiu daqui muito mal...
- Qual é Roberval, tá querendo pegar a tortinha agora?
- Não, e não é de mim que ela gosta e você sabe disso...
- Eu não estou nem aí, aproveita e manda aquela retardada limpar a merda que ela fez aqui...
Roberval saiu bufando e eu fiquei pensando, não foi minha culpa, eu não sabia que era aniversário dela, e ela me irritava, eu não sabia o por que, mas ela tinha algo diferente.
Bia on
Eu sei da sala dele arrasada , mais uma vez ele me humilhou, mais uma vez meu aniversário estava sendo uma droga, mas, dessa vez eu acabei falando demais.
Não era pra eu ter respondido ele, não era pra ele saber por mim dessa data, não era pra eu ter perdido a cabeça com ele.
Agora, ele poderia me mandar embora, eu estava perdida, se ele me demitisse eu estaria totalmente ferrada, sem meu trabalho eu não teria dinheiro para meu tratamento e só Deus sabe o que poderia me acontecer.
Merda , merda, por que eu não me controlei? Agora eu ia ser mandada embora sem ter pra onde ir, eu não teria como pagar meu aluguel e meus remédios, e o que meu pai me disse quando fui embora de casa aconteceria, eu morreria a míngua...
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Aniversario?
Bia on
Depois que ele saiu, voltei pra sala pra fazer o que ele mandou, eu estava magoada por ter escutado aquilo, mas ele tinha razão, eu era estranha, ninguém jamais olharia pra mim, maldita deficiência...
Terminei o que ele mandou, e ele ainda não tinha voltado, já era minha hora de ir embora, então ia trancar a central pra ir embora quando ele voltou.
- conseguiu terminar tortinha?
- Sim, já está pronto sobre sua mesa, mas, por favor sr Luan, eu não gosto que me chame assim...
- Não seja dramática, você é tortinha e pronto, já está na hora de fechar a central, disse na porta enquanto eu peguei minha bolsa.
- Tchau Luan, fique com Deus, até amanhã, o toquei de leve em seu braço pra me despedir...
Ele revirou os olhos e não me respondeu, então sai de cabeça baixa.
Eu fui caminhando devagar pra voltar pra casa, minhas pernas ainda doíam, o que me fazia mancar ainda mais, e, non=vãmente, vi seu carro passar, mas, dessa vez ele parou e abaixou o vidro, seria gentil me oferecer uma carona.
- Anda direito, se cair de novo, não vai ter ninguém pra te levantar, não seja tonta, falou e em seguida fechou o vidro na minha cara e foi embora.
Fui caminhando até em casa, amanhã seria um dia especial e eu me perguntava se alguém se lembraria do meu aniversario.
Em casa, apenas comi um sanduiche, tomei um banho e me deitei, estava exausta e meu corpo pedia cama, assim que deitei, literalmente apaguei, sem me lembrar de nada, acordei com o som do meu despertador e tratei de me arrumar bem rápido, escolhi a melhor roupa que eu tinha, um vestido azul marinho, uma sapatilha baixinha, pra não dificultar, coloquei um par de brincos e arrumei bem o meu cabelo, eu queria estar bonita, pois, no fundo, bem no fundo, eu ainda tinha esperanças de alguém se lembrar, tratei de me apressar pois não queria levar uma bronca no dia do meu aniversario, embora, se tratando de Luan, isso era praticamente impossível.
Chequei meu celular, e pra minha decepção, não tinha nenhuma mensagem, é, meus pais não se lembraram, desde a doença isso virou rotina, eles nunca me ligavam...
Peguei minha bolsa, tranquei a porta e fui andando o mais rápido que eu consegui pra meu trabalho, por sorte, ainda estava adiantada, então, passei na padaria e peguei alguns pães de queijo e um bolo de milho, eu não tinha tomado café, e sabia que Luan também não devia ter tomado, sabia o quanto ele gostava daquele bolo e resolvi levar.
Quando cheguei, por sorte, ele ainda não tinha chegado, então, deixei as coisas na cozinha, comi um pedaço de bolo e um pão de queijo rapidamente, e voltei pra minha sala, cinco minutos depois, Luan chegou.
- Bom dia Luan, tudo bem? Perguntei sorrindo quando ele olhou o calendário em sua mesa, ele ia se lembrar, pelo menos ele, foi o que pensei.
- Bom dia, disse num tom rude e não falou mais nada, merda, ninguém se lembrou.
- Eu passei na padaria vindo pra cá, tem bolo e pão de queijo na cozinha se quiser é aquele bolo que você gosta...
- Eu não quero nada.
- Tudo bem, digo de cabeça baixa, vai estar na dispensa se tiver vontade.
- Eu quero a relação que te pedi ontem, está pronta?
- Sim, em sua mesa, até organizei algumas notas que estavam sem destino.
- Tudo bem, o Rober está chegando e vou ficar na sala de reunião quando ele chegar, quero que resolva tudo por aqui...
- Tudo bem.
Logo, Roberval chegou e eles seguiram pra sala de reuniões, Luan, me ligou pedindo pra que eu levasse um café aos dois na sala, mas não desligou o telefone, então, acabei ouvindo o que eles diziam.
- Secretaria linda ein cara, onde arrumou uma dessas?
- Aquilo lá, eu quero é distancia, ela só tá aqui por que sou obrigado a cumprir cotas de deficientes na empresa, senão, já tinha dispensado faz tempo, criatura estranha...
- Ela pelo que vi, gosta de você, olha lá na cozinha, tem o bolo que você gosta patrão, não fala assim da menina...
- Eu não tô nem aí, larga de ser burro, ninguém gosta daquilo, pelo que eu sei, nem os pais dela... Falou e eu não aguentei, desliguei o telefone caindo no choro, eu era mesmo uma inútil...
Me levantei e peguei o café, levando até eles, mas, quando fui entregar a Luan, não consegui nem olhar pra ele, estava triste, minhas mãos tremeram e a xicara caiu no chão virando cacos, só me dei conta quando ouvi o grito enfurecido dele.
- SUA IDIOTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ.
- Me, me desculpa, foi sem querer, gaguejo nervosa.
- Você não serve pra nada não é? Não faz nada que preste, é impossível aturar você...
- Por favor, para, pedi em meio ao choro, não me trata assim não hoje, não nesse dia que era pra ser um dia feliz pra mim... pedi baixo e ele me olhou arregalado.
- o que tem demais hoje tortinha?
- é o meu aniversario, onde mais uma vez você faz questão de me humilhar, eu sei que não gosta de mim mas eu não tenho culpa, eu não posso mudar, falei e sai dali o mais rápido possível.
Depois que ele saiu, voltei pra sala pra fazer o que ele mandou, eu estava magoada por ter escutado aquilo, mas ele tinha razão, eu era estranha, ninguém jamais olharia pra mim, maldita deficiência...
Terminei o que ele mandou, e ele ainda não tinha voltado, já era minha hora de ir embora, então ia trancar a central pra ir embora quando ele voltou.
- conseguiu terminar tortinha?
- Sim, já está pronto sobre sua mesa, mas, por favor sr Luan, eu não gosto que me chame assim...
- Não seja dramática, você é tortinha e pronto, já está na hora de fechar a central, disse na porta enquanto eu peguei minha bolsa.
- Tchau Luan, fique com Deus, até amanhã, o toquei de leve em seu braço pra me despedir...
Ele revirou os olhos e não me respondeu, então sai de cabeça baixa.
Eu fui caminhando devagar pra voltar pra casa, minhas pernas ainda doíam, o que me fazia mancar ainda mais, e, non=vãmente, vi seu carro passar, mas, dessa vez ele parou e abaixou o vidro, seria gentil me oferecer uma carona.
- Anda direito, se cair de novo, não vai ter ninguém pra te levantar, não seja tonta, falou e em seguida fechou o vidro na minha cara e foi embora.
Fui caminhando até em casa, amanhã seria um dia especial e eu me perguntava se alguém se lembraria do meu aniversario.
Em casa, apenas comi um sanduiche, tomei um banho e me deitei, estava exausta e meu corpo pedia cama, assim que deitei, literalmente apaguei, sem me lembrar de nada, acordei com o som do meu despertador e tratei de me arrumar bem rápido, escolhi a melhor roupa que eu tinha, um vestido azul marinho, uma sapatilha baixinha, pra não dificultar, coloquei um par de brincos e arrumei bem o meu cabelo, eu queria estar bonita, pois, no fundo, bem no fundo, eu ainda tinha esperanças de alguém se lembrar, tratei de me apressar pois não queria levar uma bronca no dia do meu aniversario, embora, se tratando de Luan, isso era praticamente impossível.
Chequei meu celular, e pra minha decepção, não tinha nenhuma mensagem, é, meus pais não se lembraram, desde a doença isso virou rotina, eles nunca me ligavam...
Peguei minha bolsa, tranquei a porta e fui andando o mais rápido que eu consegui pra meu trabalho, por sorte, ainda estava adiantada, então, passei na padaria e peguei alguns pães de queijo e um bolo de milho, eu não tinha tomado café, e sabia que Luan também não devia ter tomado, sabia o quanto ele gostava daquele bolo e resolvi levar.
Quando cheguei, por sorte, ele ainda não tinha chegado, então, deixei as coisas na cozinha, comi um pedaço de bolo e um pão de queijo rapidamente, e voltei pra minha sala, cinco minutos depois, Luan chegou.
- Bom dia Luan, tudo bem? Perguntei sorrindo quando ele olhou o calendário em sua mesa, ele ia se lembrar, pelo menos ele, foi o que pensei.
- Bom dia, disse num tom rude e não falou mais nada, merda, ninguém se lembrou.
- Eu passei na padaria vindo pra cá, tem bolo e pão de queijo na cozinha se quiser é aquele bolo que você gosta...
- Eu não quero nada.
- Tudo bem, digo de cabeça baixa, vai estar na dispensa se tiver vontade.
- Eu quero a relação que te pedi ontem, está pronta?
- Sim, em sua mesa, até organizei algumas notas que estavam sem destino.
- Tudo bem, o Rober está chegando e vou ficar na sala de reunião quando ele chegar, quero que resolva tudo por aqui...
- Tudo bem.
Logo, Roberval chegou e eles seguiram pra sala de reuniões, Luan, me ligou pedindo pra que eu levasse um café aos dois na sala, mas não desligou o telefone, então, acabei ouvindo o que eles diziam.
- Secretaria linda ein cara, onde arrumou uma dessas?
- Aquilo lá, eu quero é distancia, ela só tá aqui por que sou obrigado a cumprir cotas de deficientes na empresa, senão, já tinha dispensado faz tempo, criatura estranha...
- Ela pelo que vi, gosta de você, olha lá na cozinha, tem o bolo que você gosta patrão, não fala assim da menina...
- Eu não tô nem aí, larga de ser burro, ninguém gosta daquilo, pelo que eu sei, nem os pais dela... Falou e eu não aguentei, desliguei o telefone caindo no choro, eu era mesmo uma inútil...
Me levantei e peguei o café, levando até eles, mas, quando fui entregar a Luan, não consegui nem olhar pra ele, estava triste, minhas mãos tremeram e a xicara caiu no chão virando cacos, só me dei conta quando ouvi o grito enfurecido dele.
- SUA IDIOTA, OLHA O QUE VOCÊ FEZ.
- Me, me desculpa, foi sem querer, gaguejo nervosa.
- Você não serve pra nada não é? Não faz nada que preste, é impossível aturar você...
- Por favor, para, pedi em meio ao choro, não me trata assim não hoje, não nesse dia que era pra ser um dia feliz pra mim... pedi baixo e ele me olhou arregalado.
- o que tem demais hoje tortinha?
- é o meu aniversario, onde mais uma vez você faz questão de me humilhar, eu sei que não gosta de mim mas eu não tenho culpa, eu não posso mudar, falei e sai dali o mais rápido possível.
Prazer em humilhar
Luan on
Estava sentado na cozinha quando a s/n veio andando devagar e com o rosto inchado, puta que pariu, essa garota não se toca que eu quero ficar longe da sua choradeira?
- O que quer aqui em? não me deixa nem comer em paz...
- eu só vim pegar a caixinha vermelha, disse abrindo o armário e pegando a maletinha vermelha.
Ela se sentou um pouco distante de mim, e eu via sua dificuldade pra pegar os objetos, não conseguia abrir o pacotinho com gazes e mordia os lábios tentando se ajeitar.
Ela tremia as mãos quando pegava as coisas e por um minuto senti pena, ela não ia conseguir fazer aquilo sozinha, então, resolvi fazer a minha boa ação do dia e a chamei pra ajuda-la.
- vem cá, senta aqui, deixa que eu te ajudo com isso, falei com ela que me olhou intrigada.
- Não precisa preocupar...
- vem logo, você não vai saber cuidar disso nessa lerdeza sua, então larga de orgulho besta e senta aqui pra eu te ajudar...
- Tudo bem, obrigada, sorriu pequeno vindo até mim.
Molhei o algodão com soro e passei sobre o ralado e ela fez careta.
-Ai, cuidado, isso dói...
- Relaxa manquinha, isso não foi nada, o pior é isso aqui, disse espirando um spray de um medicamento que ardia como o cão em cima de seu machucado e ela engoliu o ar tentando puxar a perna, mas eu segurei firme pra ela não se mexer, minha vontade era de rir da cara que ela fazia.
- Fica quieta garota, deixa eu terminar isso, falei em um tom bravo já que ela tentava se mexer.
- Isso dói...
- Pronto, disse colocando o band-aid, não foi tão ruim, eu ia te dizer que quando casar sara, mas eu acho impossível alguém aguentar uma pessoa estranha como você...
- Por que você faz isso ein? Devia pensar um pouco nas suas palavras...
- Eu falo o que todo mundo pensa quando te vê, se acostume...
Vou sair e quero todos os cadastros de fã clube prontos quando eu voltar, e, amanhã, não se atrase como hoje, vou precisar de você aqui bem cedo.
- Amanhã eu vou estar de folga, tá na agenda...
- Eu vi e já alterei pra outra semana, preciso de você aqui amanhã.
-Mas é o meu...
- Não me interessa garota, eu já disse, amanhã eu quero você aqui sem atraso.
- Tudo bem sr Luan, disse saindo de cabeça baixa, garota estupida, era tão fácil mandar dela que nem dava prazer...
Estava sentado na cozinha quando a s/n veio andando devagar e com o rosto inchado, puta que pariu, essa garota não se toca que eu quero ficar longe da sua choradeira?
- O que quer aqui em? não me deixa nem comer em paz...
- eu só vim pegar a caixinha vermelha, disse abrindo o armário e pegando a maletinha vermelha.
Ela se sentou um pouco distante de mim, e eu via sua dificuldade pra pegar os objetos, não conseguia abrir o pacotinho com gazes e mordia os lábios tentando se ajeitar.
Ela tremia as mãos quando pegava as coisas e por um minuto senti pena, ela não ia conseguir fazer aquilo sozinha, então, resolvi fazer a minha boa ação do dia e a chamei pra ajuda-la.
- vem cá, senta aqui, deixa que eu te ajudo com isso, falei com ela que me olhou intrigada.
- Não precisa preocupar...
- vem logo, você não vai saber cuidar disso nessa lerdeza sua, então larga de orgulho besta e senta aqui pra eu te ajudar...
- Tudo bem, obrigada, sorriu pequeno vindo até mim.
Molhei o algodão com soro e passei sobre o ralado e ela fez careta.
-Ai, cuidado, isso dói...
- Relaxa manquinha, isso não foi nada, o pior é isso aqui, disse espirando um spray de um medicamento que ardia como o cão em cima de seu machucado e ela engoliu o ar tentando puxar a perna, mas eu segurei firme pra ela não se mexer, minha vontade era de rir da cara que ela fazia.
- Fica quieta garota, deixa eu terminar isso, falei em um tom bravo já que ela tentava se mexer.
- Isso dói...
- Pronto, disse colocando o band-aid, não foi tão ruim, eu ia te dizer que quando casar sara, mas eu acho impossível alguém aguentar uma pessoa estranha como você...
- Por que você faz isso ein? Devia pensar um pouco nas suas palavras...
- Eu falo o que todo mundo pensa quando te vê, se acostume...
Vou sair e quero todos os cadastros de fã clube prontos quando eu voltar, e, amanhã, não se atrase como hoje, vou precisar de você aqui bem cedo.
- Amanhã eu vou estar de folga, tá na agenda...
- Eu vi e já alterei pra outra semana, preciso de você aqui amanhã.
-Mas é o meu...
- Não me interessa garota, eu já disse, amanhã eu quero você aqui sem atraso.
- Tudo bem sr Luan, disse saindo de cabeça baixa, garota estupida, era tão fácil mandar dela que nem dava prazer...
Gentileza?
Luan on
Aquela garota me irritava, ela parecia ter o dom de me tirar do sério, tinha pedido a ela um relatório simples, e a lerda ficou mais de duas horas pra fazer, eu entendo que ela não tem culpa de ter esses problemas, mas, não sei por que, aquilo me irritava.
Depois de pronto, eu a mandei imprimir, e, quando foi fazer isso, ela caiu feito uma jaca na minha frente me fazendo rir, mas, tive de ajudar aquela anta a levantar do chão.
Ela voltou pra sua mesa chorando baixinho, e aquele resmungo me tirava do sério, parecia criança, não tinha motivos pra chorar assim, afinal, foi só um ralado.
- Para com essa choradeira chata, parece criança, já esta me irritando.
- Me perdoa, mas eu não consigo evitar, estou sentindo muita dor, minhas pernas doem, ela contou segurando o choro e por um momento eu fiquei com pena, mas aquilo certamente era drama, não era possível um ralado doer tanto assim.
- Caiu por que é lerda, larga de moleza que isso nem deve estar doendo tanto assim,, seu tombo foi engraçado, se estabacou feito um saco de batatas, gargalhei, um arranhãozinho não é motivo pra tanta choradeira.
- Não é o arranhão que me dói, minhas pernas estão travadas e isso não é engraçado, eu estou chorando de dor, não é motivo pra rir, ela disse visivelmente brava.
- Então aproveita que a perna travou e trava a língua também antes que eu perca a paciência. Disse me levantando e saindo dali pra não fazer besteira.
Bia on
Eu me perguntava o porquê de ele ser tão grosso, eu o tentava agradar de todas as formas, e em troca só recebia humilhação, ele se levantou bravo e foi embora, enquanto eu fiquei ali, sem segurar as lagrimas, eu já não aguentava mais tanta humilhação e tanto preconceito vindo de todos os lados.
Depois de alguns minutos, vi que meu joelho realmente não estava nada bonito e eu precisava limpa-lo, com dificuldade, me levantei pra ir até a cozinha, onde eu sabia que tinha um kit de primeiro socorros e talvez um remédio pra dor, mas assim que abri a porta dela, vi que Luan estava sentado comendo uma pamonha, confesso que minha boca encheu d’água.
- O que quer aqui em? não me deixa nem comer em paz...
- eu só vim pegar a caixinha vermelha, digo abrindo o armário e a encontrando.
Me sentei em uma cadeira ali perto e comecei a tentar fazer aquilo, era complicado, eu não tinha força e nem jeito pra pegar as coisas e acabava tremendo muito.
- vem cá, senta aqui, deixa que eu te ajudo com isso, estranhei mas fui até ele, ele nunca tinha sido gentil...
Aquela garota me irritava, ela parecia ter o dom de me tirar do sério, tinha pedido a ela um relatório simples, e a lerda ficou mais de duas horas pra fazer, eu entendo que ela não tem culpa de ter esses problemas, mas, não sei por que, aquilo me irritava.
Depois de pronto, eu a mandei imprimir, e, quando foi fazer isso, ela caiu feito uma jaca na minha frente me fazendo rir, mas, tive de ajudar aquela anta a levantar do chão.
Ela voltou pra sua mesa chorando baixinho, e aquele resmungo me tirava do sério, parecia criança, não tinha motivos pra chorar assim, afinal, foi só um ralado.
- Para com essa choradeira chata, parece criança, já esta me irritando.
- Me perdoa, mas eu não consigo evitar, estou sentindo muita dor, minhas pernas doem, ela contou segurando o choro e por um momento eu fiquei com pena, mas aquilo certamente era drama, não era possível um ralado doer tanto assim.
- Caiu por que é lerda, larga de moleza que isso nem deve estar doendo tanto assim,, seu tombo foi engraçado, se estabacou feito um saco de batatas, gargalhei, um arranhãozinho não é motivo pra tanta choradeira.
- Não é o arranhão que me dói, minhas pernas estão travadas e isso não é engraçado, eu estou chorando de dor, não é motivo pra rir, ela disse visivelmente brava.
- Então aproveita que a perna travou e trava a língua também antes que eu perca a paciência. Disse me levantando e saindo dali pra não fazer besteira.
Bia on
Eu me perguntava o porquê de ele ser tão grosso, eu o tentava agradar de todas as formas, e em troca só recebia humilhação, ele se levantou bravo e foi embora, enquanto eu fiquei ali, sem segurar as lagrimas, eu já não aguentava mais tanta humilhação e tanto preconceito vindo de todos os lados.
Depois de alguns minutos, vi que meu joelho realmente não estava nada bonito e eu precisava limpa-lo, com dificuldade, me levantei pra ir até a cozinha, onde eu sabia que tinha um kit de primeiro socorros e talvez um remédio pra dor, mas assim que abri a porta dela, vi que Luan estava sentado comendo uma pamonha, confesso que minha boca encheu d’água.
- O que quer aqui em? não me deixa nem comer em paz...
- eu só vim pegar a caixinha vermelha, digo abrindo o armário e a encontrando.
Me sentei em uma cadeira ali perto e comecei a tentar fazer aquilo, era complicado, eu não tinha força e nem jeito pra pegar as coisas e acabava tremendo muito.
- vem cá, senta aqui, deixa que eu te ajudo com isso, estranhei mas fui até ele, ele nunca tinha sido gentil...
Tombo
Bia on
Entrego a ele o café com cuidado e vou pra minha mesa, ele tinha me pedido alguns relatórios estensos e eu não queria dar motivos pra ele se zangar comigo, as vezes ele era duro demais.
Eu demorava a digitar por causa dos movimentos e, as vezes eu precisava me levantar pois senão minha pernas travavam depois de um tempo.
- dá pra parar de zanzar igual barata tonta e sentar aí e terminar esse relatório logo? Eu já te pedi isso faz duas horas e até agora você não me entregou isso.
- Me desculpa, eu preciso me levantar as vezes, digo de cabeça baixa.
- isso não é problema meu, já era pra você ter me entregado se fosse uma secretária normal, mas não, é uma songa monga .
- Não se preocupa, eu não vou mais me levantar até terminar, digo me sentando segurando o choro.
Fico mais uma hora e dez minutos digitando até enfim terminar, ele já me encarava irritado.
- acabei Luan, posso enviar pro seu email?
- não, eu quero isso impresso.
- tudo bem digo enviando o documento pra impressora, mas quando me levantei pra pegar o papel, minhas pernas travaram por eu ter ficado muito tempo parada e no primeiro passo que eu dei e eu caí no chão na sua frente.
Bato com toda força meus joelhos no chão e ele vendo meu tombo, começou a rir sem parar enquanto uma lágrima me escapou quando tentei levantar, minhas pernas doíam muito.
- sr Luan, pode me dar uma ajuda? Eu não estou conseguindo levar, peço vendo que minhas pernas não se mechiam, isso sempre acontecia quando eu ficava muito tempo parada como fiquei.
- meu Deus como é lerda, anda, fica esperta,disse vindo até a mim e me puxando do chão grosseiramente me fazendo gemer de dor quando fiquei de pé, minhas pernas ainda não tinham tanta força e tive que me apoiar nele pra não cair de novo,droga, além de tudo agora estava com os joelhos ralados.
Com dificuldade, entreguei os papéis a Luan e voltei a minha mesa sem conseguir segurar as lágrimas, eu estava com muita dor.
- para com essa choradeira chata, parece criança, já está me irritando.
- Me perdoa, mas eu não consigo, estou sentindo muita dor, minhas pernas doem, digo de cabeça baixa, dessa vez contendo o choro.
- caiu por que é lerda, larga de moleza que isso nem deve estar doendo assim, seu tombo foi engraçado, se estabacou feito um saco de batatas, disse gargalhando, eu adorava o ver sorrindo, mesmo que fosse da minha cara.
Entrego a ele o café com cuidado e vou pra minha mesa, ele tinha me pedido alguns relatórios estensos e eu não queria dar motivos pra ele se zangar comigo, as vezes ele era duro demais.
Eu demorava a digitar por causa dos movimentos e, as vezes eu precisava me levantar pois senão minha pernas travavam depois de um tempo.
- dá pra parar de zanzar igual barata tonta e sentar aí e terminar esse relatório logo? Eu já te pedi isso faz duas horas e até agora você não me entregou isso.
- Me desculpa, eu preciso me levantar as vezes, digo de cabeça baixa.
- isso não é problema meu, já era pra você ter me entregado se fosse uma secretária normal, mas não, é uma songa monga .
- Não se preocupa, eu não vou mais me levantar até terminar, digo me sentando segurando o choro.
Fico mais uma hora e dez minutos digitando até enfim terminar, ele já me encarava irritado.
- acabei Luan, posso enviar pro seu email?
- não, eu quero isso impresso.
- tudo bem digo enviando o documento pra impressora, mas quando me levantei pra pegar o papel, minhas pernas travaram por eu ter ficado muito tempo parada e no primeiro passo que eu dei e eu caí no chão na sua frente.
Bato com toda força meus joelhos no chão e ele vendo meu tombo, começou a rir sem parar enquanto uma lágrima me escapou quando tentei levantar, minhas pernas doíam muito.
- sr Luan, pode me dar uma ajuda? Eu não estou conseguindo levar, peço vendo que minhas pernas não se mechiam, isso sempre acontecia quando eu ficava muito tempo parada como fiquei.
- meu Deus como é lerda, anda, fica esperta,disse vindo até a mim e me puxando do chão grosseiramente me fazendo gemer de dor quando fiquei de pé, minhas pernas ainda não tinham tanta força e tive que me apoiar nele pra não cair de novo,droga, além de tudo agora estava com os joelhos ralados.
Com dificuldade, entreguei os papéis a Luan e voltei a minha mesa sem conseguir segurar as lágrimas, eu estava com muita dor.
- para com essa choradeira chata, parece criança, já está me irritando.
- Me perdoa, mas eu não consigo, estou sentindo muita dor, minhas pernas doem, digo de cabeça baixa, dessa vez contendo o choro.
- caiu por que é lerda, larga de moleza que isso nem deve estar doendo assim, seu tombo foi engraçado, se estabacou feito um saco de batatas, disse gargalhando, eu adorava o ver sorrindo, mesmo que fosse da minha cara.
O começo
Bia on
o despertador toca anunciando que é hora de acordar, hoje seria um dia um pouco mais complicado e eu sabia disso, há alguns anos atrás, recebi a notícia que virou minha vida do avesso ainda adolescente, eu tinha desenvolvido uma doença degenerativa que causaria a disfunção e possível perda de meus movimentos.
Desde então, sai da minha cidade no interior e vim sozinha pra São Paulo, com um pouquinho de esperanças de encontrar alguma forma de reverter essa situação, mas isso não foi possível.
Hoje, com 20 anos, posso dizer que faço de tudo, embora com algumas dificuldades, meus movimentos da perna e dos braços, são um pouco limitados, ando com dificuldade e tremo muito para pegar as coisas, mas isso não me incomodaria tanto se não fosse o fato de eu ser tão humilhada.
Desde que vim pra São Paulo, eu procurava trabalho, até que encontrei o emprego dos sonhos da maioria das garotas do Brasil, eu sou a secretária particular do famoso Luan Santana.
Pela bondade de deus, não é todos os dias que ele fica na central onde trabalho, ele sempre viaja e eu fico responsável pela sua agenda e por tudo da central de São Paulo, tenho minha sala em conjunto a dele na central por ser sua secretária, mas a maioria dos dias eu trabalho sozinha, infelizmente, hoje não é um desses dias, ele estaria o dia todo comigo no trabalho e eu já levanto da cama com um aperto no peito por saber que terei de enfrenta-lo.
Eu nunca comento isso, é algo que sempre guardei pra mim, mas, ao contrário do que demonstra nos palcos, ele não é nem um pouco gentil ou doce, pelo menos, comigo nunca foi. As vezes me pergunto o porquê, mas eu sei apenas que ele me odeia e talvez a minha deficiência seja o motivo disso.
Me arrumo pra começar o dia, tomo meu café e sigo andando com dificuldades para meu trabalho, vejo ele no caminho passar com o Jabuticaba, seu carro importado, ele me vê pelo vidro aberto, mas segue em frente com cara de deboche.
Chego ao escritório e ele já estava na sala lendo um livo do Harry Potter, ele não teria nada muito importante pra fazer ali hoje e nem imagino o porquê de ele ter vindo.
-Com licença, bom dia sr Luan, o cumprimento sorrindo tentando ser agradável.
- Está atrasada quatro minutos, aproveite que está de pé e pegue um café pra mim na cozinha.
- Tudo bem, digo saindo dali pra fazer o que ele me mandou.
Pego a xicara com café e levo andando devagar, eu tinha uma dificuldade imensa pra pegar coisas assim por tremer muito, mas, levo pra ele com cuidado.
- Dá pra parar de balançar essa xicara? Se voce derramar esse café eu te faço limpar com a língua.
- Me desculpa, aqui está, digo entregando a ele de cabeça baixa
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